Domingo, Julho 31, 2005
Sexta-feira, Julho 15, 2005
Desfibrilador
E seu coração entra em stand by. Ele faz exatamente o que deveria fazer, sua função básica, primaria, única: bombear o sangue pelo corpo. É para isso que ele foi criado, desenvolvido, arquitetado. 120, 130, 180. Não para um minuto se quer. Uma máquina perfeita. Como deveria ser.
Ai aparece ela. Seu coração resolve parar. Isso não aconteceu pela primeira vez. Talvez seja a milésima. A milésima porra! E você se pergunta quando isso ira acabar. Parado ele esta, parado ele fica até o momento em que você recebe a descarga elétrica. Um sorriso, um beijo ou uma mordida. Qualquer coisa serve para faze-lo bater, pulsar desritimado, descompassado, sem controle, sem atos, sem moral. É o desfibrilador. Ele te traz a vida. Uma vida que você não quer. Um pesadelo meio anestesiado, meio dormente, gostoso, mas que irá acabar logo e só restará a ressaca moral. Desfibrilador de merda, era melhor me deixar morrer logo.
Ai aparece ela. Seu coração resolve parar. Isso não aconteceu pela primeira vez. Talvez seja a milésima. A milésima porra! E você se pergunta quando isso ira acabar. Parado ele esta, parado ele fica até o momento em que você recebe a descarga elétrica. Um sorriso, um beijo ou uma mordida. Qualquer coisa serve para faze-lo bater, pulsar desritimado, descompassado, sem controle, sem atos, sem moral. É o desfibrilador. Ele te traz a vida. Uma vida que você não quer. Um pesadelo meio anestesiado, meio dormente, gostoso, mas que irá acabar logo e só restará a ressaca moral. Desfibrilador de merda, era melhor me deixar morrer logo.
Quarta-feira, Julho 13, 2005
Quarta-feira, Julho 06, 2005
Impressionante
Tenho a mania de ir percorrendo os amigos dos amigos no Orkut. Uma conclusão: BH tem as mulheres mais bonitas de Brasil. Eu sempre pesquiso as amigas da galera que eu conheço de lá e é elas são, em sua maioria, de cair o queixo.
Muy hermano
Não gosto de postar piadas, mas essa é muito boa.
Um brasileiro entra na polícia em plena Caxias do Sul e dirige-se ao delegado:
- Vim me entregar, cometi um crime e desde então não consigo viver em paz.
- Meu senhor, as leis aqui são muito severas e são cumpridas e se o senhor é mesmo culpado não haverá apelação nem dor de consciência que o livre da cadeia!
- Atropelei um argentino na estrada ao sul de Caxias.
- Ora meu amigo, como o senhor pode se culpar se estes argentinos atravessam as ruas e as estradas a todo o momento?
- Mas ele estava no acostamento.
- Se estava no acostamento é porque queria atravessar, se não fosse o senhor seria outro qualquer.
- Mas não tive nem a hombridade de avisar a família daquele homem, sou um crápula!
- Meu amigo, se o senhor tivesse avisado haveria manifestação, repúdio popular, passeata, repressão, pancadaria e morreria muito mais gente, acho o senhor um pacifista, merece uma estátua.
- Eu enterrei o pobre homem ali mesmo, na beira da estrada.
- O senhor é um grande humanista, enterrar um argentino, é um benfeitor, outro qualquer o abandonaria ali mesmo para ser comido por urubus e outros animais, provavelmente até hienas.
- Mas enquanto eu o enterrava, ele gritava: Estoy vivo, estoy vivo.
- Esses argentinos mentem muito...
Um brasileiro entra na polícia em plena Caxias do Sul e dirige-se ao delegado:
- Vim me entregar, cometi um crime e desde então não consigo viver em paz.
- Meu senhor, as leis aqui são muito severas e são cumpridas e se o senhor é mesmo culpado não haverá apelação nem dor de consciência que o livre da cadeia!
- Atropelei um argentino na estrada ao sul de Caxias.
- Ora meu amigo, como o senhor pode se culpar se estes argentinos atravessam as ruas e as estradas a todo o momento?
- Mas ele estava no acostamento.
- Se estava no acostamento é porque queria atravessar, se não fosse o senhor seria outro qualquer.
- Mas não tive nem a hombridade de avisar a família daquele homem, sou um crápula!
- Meu amigo, se o senhor tivesse avisado haveria manifestação, repúdio popular, passeata, repressão, pancadaria e morreria muito mais gente, acho o senhor um pacifista, merece uma estátua.
- Eu enterrei o pobre homem ali mesmo, na beira da estrada.
- O senhor é um grande humanista, enterrar um argentino, é um benfeitor, outro qualquer o abandonaria ali mesmo para ser comido por urubus e outros animais, provavelmente até hienas.
- Mas enquanto eu o enterrava, ele gritava: Estoy vivo, estoy vivo.
- Esses argentinos mentem muito...
Próxima parada
E Londres será a capital das olimpíadas de 2012 desbancando a capital em falta de educação com turista, Paris. Depois da Copa de 2006 na Alemanha, lá vou eu pra Londres em 2012. A farra não termina nunca!
